Saturday, September 06, 2008
Monday, February 26, 2007
MUSICAS III
ALMA FECHADA
EI, EU SEI COMO VC SE SENTE
PERDIDO E LARGADO ENTRE O PASSADO E O PRESENTE
E NA MENTE UM FUTURO AUSENTE
CONFLITOS DE SENTIMENTOS, MARCAS PROFUNDAS
GERADAS POR SITUAÇÕES UM TANTO CONFUSAS
DOR, MEDO E ANGUSTIA
SOFRER É MESMO ASSIM
O QUE DIZER, O QUE FAZER
SE TUA ALMA ESTA FECHADA ÀQUELE
QUE TE QUER O BEM QUERER
DEU SUA VIDA PAR A O MAL DETER
JESUS É O SEU NOME,
NÃO HÁ OUTRO IGUAL A ELE
POR ISSO ABRE TUA ALMA AQUELE
EI, EU SEI COMO VC SE SENTE
PERDIDO E LARGADO ENTRE O PASSADO E O PRESENTE
E NA MENTE UM FUTURO AUSENTE
CONFLITOS DE SENTIMENTOS, MARCAS PROFUNDAS
GERADAS POR SITUAÇÕES UM TANTO CONFUSAS
DOR, MEDO E ANGUSTIA
SOFRER É MESMO ASSIM
O QUE DIZER, O QUE FAZER
SE TUA ALMA ESTA FECHADA ÀQUELE
QUE TE QUER O BEM QUERER
DEU SUA VIDA PAR A O MAL DETER
JESUS É O SEU NOME,
NÃO HÁ OUTRO IGUAL A ELE
POR ISSO ABRE TUA ALMA AQUELE
MUSICAS II
IGREJA
VAMOS DIVIDIR
O PÃO E O VINHO
E MOSTRAR A COMUNHÃO EM SI
ESQUECENDO
DO INDIVIDUALISMO
E VIVER O AMOR DE CRISTO
EU TE CONVIDO
A IR A MESA COMIGO
EU TE SIRVO
MEU IRMÃO, AMIGO
EXPRESSÃO DE CRISTO
SOMOS IGREJA
HERENÇA EM CRISTO
FESTEJANDO SUA GRAÇA E AMOR
NÃO MERECIAMOS
LONGE ESTAVAMOS
MAS PELA CRUZ, AGORA SOMOS UM
VAMOS DIVIDIR
O PÃO E O VINHO
E MOSTRAR A COMUNHÃO EM SI
ESQUECENDO
DO INDIVIDUALISMO
E VIVER O AMOR DE CRISTO
EU TE CONVIDO
A IR A MESA COMIGO
EU TE SIRVO
MEU IRMÃO, AMIGO
EXPRESSÃO DE CRISTO
SOMOS IGREJA
HERENÇA EM CRISTO
FESTEJANDO SUA GRAÇA E AMOR
NÃO MERECIAMOS
LONGE ESTAVAMOS
MAS PELA CRUZ, AGORA SOMOS UM
Saturday, February 24, 2007
MUSICAS
PAULO
Paulo era um menino assim
largado na vida sem direito a rir
criado na rua, pelo odio social
Sua vida já sabia, teria um fim
morte na cadeia ou tentando fugir
Paulo e sua vida um destino ruim
Paulo e sua vida um destino ruim
Paulo então decidiu mudar
Novos horizontes tentou encontrar
Magia, terapia, filosofias, tudo enfim
Sua vida ja não era tão ruim assim
Mas sempre dizia "Falta algo em mim"!
Mente cheia, coração vazio, o que será?
O que será que Paulo quer encontrar?
O que será que Paulo quer encontrar?
Então ja cansado, desistiu de lutar
"Uma vida sem sentido,melhor se fechar.
Em um mundo sem Deus, se perguntando:
"Se existe um Deus, porque não pra mim?
"Se existe um Deus, porque não pra mim?
Paulo então voltou a sofrer
Sem paz, o melhor era morrer
Vazio no coração, não queria mais sentir
Paulo em cacos, decidiu clamar
"Jesus, se tu existe vem me ajudar"
Arruma minha vida pra que eu possa te Amar"
Paulo pode então conhecer
O que realmente é viver
Jesus sua vida, tudo mudou
Paulo e Jesus, tudo mudou!!!!
Paulo era um menino assim
largado na vida sem direito a rir
criado na rua, pelo odio social
Sua vida já sabia, teria um fim
morte na cadeia ou tentando fugir
Paulo e sua vida um destino ruim
Paulo e sua vida um destino ruim
Paulo então decidiu mudar
Novos horizontes tentou encontrar
Magia, terapia, filosofias, tudo enfim
Sua vida ja não era tão ruim assim
Mas sempre dizia "Falta algo em mim"!
Mente cheia, coração vazio, o que será?
O que será que Paulo quer encontrar?
O que será que Paulo quer encontrar?
Então ja cansado, desistiu de lutar
"Uma vida sem sentido,melhor se fechar.
Em um mundo sem Deus, se perguntando:
"Se existe um Deus, porque não pra mim?
"Se existe um Deus, porque não pra mim?
Paulo então voltou a sofrer
Sem paz, o melhor era morrer
Vazio no coração, não queria mais sentir
Paulo em cacos, decidiu clamar
"Jesus, se tu existe vem me ajudar"
Arruma minha vida pra que eu possa te Amar"
Paulo pode então conhecer
O que realmente é viver
Jesus sua vida, tudo mudou
Paulo e Jesus, tudo mudou!!!!
Sunday, October 08, 2006
O DESPOTISMO DENOMINACIONAL : A SINDROME DAS CRUZADAS PERSISTE EM VIVER

Na historia do cristianismo e até mesmo na recente historia sobre missões, podemos perceber as inúmeras vezes que barbaridades sócio-culturais foram e são cometidas em nome de Deus. O escrúpulo do “homem cristão” se sobressai quando o mesmo se vê como ser superior à aqueles a quem ele deveria servir e considerar superior a si mesmo. Isso se agrava quando o “homem cristão” defende sua ideologia denominacionista para manutenção do sistema cristo(homem)centrico, dito como certo, correto e civilizatório, e de seu pseudoministério empregatício. Ora a síndrome das cruzadas que banha de sangue a historia da igreja ( usando essa como termo genérico) ainda se faz viva, não mais agora banhando de sangue a historia, mas de ignorância, de sadismo ideológico, fazendo de nossas “campanhas missionárias” uma cruzada de “ganhar almas”, em detrimento do social, do cultural, satisfazendo assim os anseios do “homem cristão” à tão chamada “colheita do Senhor”. O titulo do filme “Brincando nos campos do Senhor”, me traz uma triste comparação: o “homem cristão” esta brincando de salvador nos campos que segundo a Bíblia estão prontos pra colheita. Sabemos, e não precisamos ser agricultores para isso, que a colheita pode ser feita de varias maneiras. Com mais eficiência, utilizando os mecanismos certos, ou simplesmente arrancar o elemento do chão e assim perder boa parte da colheita. Creio que ainda estamos colhendo nos campos prontos para colheita, mas ainda temos deixado os nossos velhos métodos desperdiçar muito... A nossa teimosia em querer usar velhos tratores faz dos Campos do Senhor, terras infrutíferas, cheias de inço, com alguns poucos ramos de trigo, que com o passar do tempo, serão arrancados, pisados ou simplesmente esquecidos até morrerem. Se faz necessário mudança!!! Sem despotismo, sem denominacionalismo, sem o “homem cristão”, mas simplesmente o cristão a serviço nos Campos do Senhor. Agora, não mais para brincar, mas servir.
COMPROMISSO CRISTÃO - parte I

Desde criança tive a sensação de que existia um ser muito maior do que eu, que controlava tudo. Minha mãe, espírita umbandista, sempre valorizou a religião. Em sua ignorância religiosa ( que Deus reverteu em benção), sempre me mostrava uma Bíblia com várias gravuras. Toda noite folhava aquela Bíblia, tendo sempre em mente duas gravuras : a da Tentação no deserto e da Ascensão de Jesus.
O tempo passou, e tive algumas experiências no umbandismo.Ouvia vozes e via vultos e espíritos. Isso foi marcante para me aconselharem a “desenvolver” a mediunidade.
Em minhas orações “noturnicas”, não conseguia decorar rezas padronizadas e por isso realizava as minhas “orações”, como algo que pudesse me diferenciar dos demais.
Aos 16 anos, quando minha mãe faleceu, o espiritismo entrou de vez em minha vida. Recebemos uma carta psicografada do “além” de minha “mãe”. Emocionalmente fui atingido.Fiquei dominado e fascinado. Resolvi investir no espiritismo, mas lógico, da “ala branca”, nada de maldade.
Já com 18 para 19 anos, reencontrei um grande amigo que me convidou para uma celebração budista. Já estava cansado dos “passes”, mandingas e benzeção que fazia e que outros faziam para mim. Aceitei o convite. Foi um choque. Quando percebi já estava freqüentando a religião budista. Orava toda manhã, em direção ao sol, com palavras repetidas, o mais rápido possível, com a doce ilusão que isso me levaria a entrar em contato com o universo.
Certa vez,( e aleluia por isso), o líder budista pediu que eu participasse com mais seriedade das reuniões, e falou que para isso eu tinha que esquecer de vez Jesus Cristo.Disse que Ele também tinha procurado a mesma força que Buda procurou.Enfim que Ele, o Senhor Jesus, era igual ou inferior a Buda. Fui para casa e tomei a decisão: Recusei a Buda.
Desde aquele dia me tornei um sem religião, mas que cria em Deus, em Jesus Cristo e etc, etc,etc... .
Uma noite, voltando de um encontro com a namorada, fui dormir na casa de meu irmão que tinha se convertido há pouco tempo. Sabia do risco que corria pois ele tentaria me “evangelizar” de qualquer maneira. Mas eu estava preparado para qualquer coisa. Depois de 6 meses de “evangelismo” aceitei seu convite de ir à igreja. Era uma igreja Batista, com um pregador simples, que pregaria sobre seitas. Foi arrasador. Levantei minha mão depois de muita insistência do pregador, que dizia que “....se eu não queria levantar a mão era porque satanás estava segurando”. Levantei logo!! Então, me chamaram para um quarto onde me perguntaram se eu queria “aceitar Jesus”? Eu prontamente disse que não aceitava nada que não conhecia. No mesmo instante providenciaram 4 estudos sobre o livro de João com uma literatura do mesmo.
Fiz o estudos dentro do metro em São Paulo, único tempo que tinha pois estudava e trabalhava.
Certa manhã fazendo uns dos últimos estudos me deparei com o texto de João onde descreve o julgamento e a crucificação de Jesus. Meu coração se derreteu. Chorei como criança. Aquele dia foi um marco para mim. Agora sim tinha sentido aceitar Jesus.
Jesus realmente transformou minha vida. O sentimento de fracasso que tanto meu pai, católico não praticante, havia me empregüinado, sumiu. De uma forma muito estranha desapareceu. Uma nova vida surgiu, com novos objetivos, mas ainda era ignorante na questão da vida eterna. Era como um filho deficiente sem ajuda. Mas prossegui. Tinha conhecido de verdade: Jesus.
O tempo passou, e tive algumas experiências no umbandismo.Ouvia vozes e via vultos e espíritos. Isso foi marcante para me aconselharem a “desenvolver” a mediunidade.
Em minhas orações “noturnicas”, não conseguia decorar rezas padronizadas e por isso realizava as minhas “orações”, como algo que pudesse me diferenciar dos demais.
Aos 16 anos, quando minha mãe faleceu, o espiritismo entrou de vez em minha vida. Recebemos uma carta psicografada do “além” de minha “mãe”. Emocionalmente fui atingido.Fiquei dominado e fascinado. Resolvi investir no espiritismo, mas lógico, da “ala branca”, nada de maldade.
Já com 18 para 19 anos, reencontrei um grande amigo que me convidou para uma celebração budista. Já estava cansado dos “passes”, mandingas e benzeção que fazia e que outros faziam para mim. Aceitei o convite. Foi um choque. Quando percebi já estava freqüentando a religião budista. Orava toda manhã, em direção ao sol, com palavras repetidas, o mais rápido possível, com a doce ilusão que isso me levaria a entrar em contato com o universo.
Certa vez,( e aleluia por isso), o líder budista pediu que eu participasse com mais seriedade das reuniões, e falou que para isso eu tinha que esquecer de vez Jesus Cristo.Disse que Ele também tinha procurado a mesma força que Buda procurou.Enfim que Ele, o Senhor Jesus, era igual ou inferior a Buda. Fui para casa e tomei a decisão: Recusei a Buda.
Desde aquele dia me tornei um sem religião, mas que cria em Deus, em Jesus Cristo e etc, etc,etc... .
Uma noite, voltando de um encontro com a namorada, fui dormir na casa de meu irmão que tinha se convertido há pouco tempo. Sabia do risco que corria pois ele tentaria me “evangelizar” de qualquer maneira. Mas eu estava preparado para qualquer coisa. Depois de 6 meses de “evangelismo” aceitei seu convite de ir à igreja. Era uma igreja Batista, com um pregador simples, que pregaria sobre seitas. Foi arrasador. Levantei minha mão depois de muita insistência do pregador, que dizia que “....se eu não queria levantar a mão era porque satanás estava segurando”. Levantei logo!! Então, me chamaram para um quarto onde me perguntaram se eu queria “aceitar Jesus”? Eu prontamente disse que não aceitava nada que não conhecia. No mesmo instante providenciaram 4 estudos sobre o livro de João com uma literatura do mesmo.
Fiz o estudos dentro do metro em São Paulo, único tempo que tinha pois estudava e trabalhava.
Certa manhã fazendo uns dos últimos estudos me deparei com o texto de João onde descreve o julgamento e a crucificação de Jesus. Meu coração se derreteu. Chorei como criança. Aquele dia foi um marco para mim. Agora sim tinha sentido aceitar Jesus.
Jesus realmente transformou minha vida. O sentimento de fracasso que tanto meu pai, católico não praticante, havia me empregüinado, sumiu. De uma forma muito estranha desapareceu. Uma nova vida surgiu, com novos objetivos, mas ainda era ignorante na questão da vida eterna. Era como um filho deficiente sem ajuda. Mas prossegui. Tinha conhecido de verdade: Jesus.
Saturday, October 07, 2006
A MUSICA ERA DIFERENTE
Certa vez, um velho fazendeiro foi passar um fim de semana na capital e no domingo, visitou pela primeira vez uma grande igreja. Quando chegou em casa, a mulher lhe perguntou como fora aquilo.
- Bem, - disse ele - gostei do culto deles, sabe? Mas eles fizeram uma
coisa diferente. Em vez de entoar hinos, cantaram músicas de louvor.
- Músicas de louvor? O que é isso?
- Não é nada ruim, sabe? Essas músicas são mais ou menos que nem hinos, só
que diferentes.
- Diferentes de que jeito?
- Como é que vou explicar? Ah, já sei: Se eu dissesse para você: "As vacas > invadiram o milharal", isso seria um hino. Mas vamos imaginar que eu diga a você:
"Marta, Marta, oh! Marta, MARTA, MARTA,
As vacas, as grandes vacas,
as vacas marrons, as vacas pretas,
As vacas brancas, as vacas malhadas,
as VACAS, VACAS, VACAS
Invadiram o milharal, estão no milharal,
se encontram no milharal,
MILHARAL, MILHARAL, MILHARAL!"
Então, se eu repetisse tudo isso umas duas ou três vezes, a coisa seria
uma música de louvor. (Na mesma hora, estava acontecendo um caso paralelo...)
Um jovem cristão carismático foi visitar parentes e assistiu à pequena igreja de que eles faziam parte. Quando voltou para casa, a mulher lhe perguntou como fora aquilo.
- Bem, - disse o jovem - gostei do culto deles, sabe? Mas eles fizeram uma coisa diferente. Cantaram hinos, em lugar das músicas de louvor.
- Hinos?! - exclamou a esposa. - Que é que é isso?
- Não é nada ruim, sabe? Hinos são mais ou menos que nem músicas de louvor, só que diferentes.
- Diferentes de que jeito?
- Como é que vou explicar? Ah, já sei. Se eu dissesse para você:
"Marta, as > vacas invadiram o milharal", isso seria como uma música normal. Mas vamos
imaginar que eu diga a você o seguinte:
Marta, oh! Marta, escuta o clamor;
Inclina o ouvido às palavras da minha boca.
Volve o maravilhoso ouvir, agora e sempre,
Para a justa, a única, a gloriosa verdade.
Pois o caminho dos animais, quem o explicará?
Visto que em suas cabeças não se encontra sombra de juízo.
Declaro que os bichos, abaixo do sol de Deus ou da sua chuva,
Não sendo barrados, por cerca cabal, do suculento milho,
Sim, as mesmas vacas, buscando rebelde e bovino prazer,
Têm rompido os grilhões, desprezando o estábulo.
Instigadas por forças das trevas brumosas,
Devoraram, sem dó, o melhor do meu milho.
Marta, aguardemos o brilho feliz
Desse dia em que a Terra se renovará.
Nenhum bicho fará a minha alma chorar,
Pois vaca nenhuma no milho estará.
- Bem, - disse ele - gostei do culto deles, sabe? Mas eles fizeram uma
coisa diferente. Em vez de entoar hinos, cantaram músicas de louvor.
- Músicas de louvor? O que é isso?
- Não é nada ruim, sabe? Essas músicas são mais ou menos que nem hinos, só
que diferentes.
- Diferentes de que jeito?
- Como é que vou explicar? Ah, já sei: Se eu dissesse para você: "As vacas > invadiram o milharal", isso seria um hino. Mas vamos imaginar que eu diga a você:
"Marta, Marta, oh! Marta, MARTA, MARTA,
As vacas, as grandes vacas,
as vacas marrons, as vacas pretas,
As vacas brancas, as vacas malhadas,
as VACAS, VACAS, VACAS
Invadiram o milharal, estão no milharal,
se encontram no milharal,
MILHARAL, MILHARAL, MILHARAL!"
Então, se eu repetisse tudo isso umas duas ou três vezes, a coisa seria
uma música de louvor. (Na mesma hora, estava acontecendo um caso paralelo...)
Um jovem cristão carismático foi visitar parentes e assistiu à pequena igreja de que eles faziam parte. Quando voltou para casa, a mulher lhe perguntou como fora aquilo.
- Bem, - disse o jovem - gostei do culto deles, sabe? Mas eles fizeram uma coisa diferente. Cantaram hinos, em lugar das músicas de louvor.
- Hinos?! - exclamou a esposa. - Que é que é isso?
- Não é nada ruim, sabe? Hinos são mais ou menos que nem músicas de louvor, só que diferentes.
- Diferentes de que jeito?
- Como é que vou explicar? Ah, já sei. Se eu dissesse para você:
"Marta, as > vacas invadiram o milharal", isso seria como uma música normal. Mas vamos
imaginar que eu diga a você o seguinte:
Marta, oh! Marta, escuta o clamor;
Inclina o ouvido às palavras da minha boca.
Volve o maravilhoso ouvir, agora e sempre,
Para a justa, a única, a gloriosa verdade.
Pois o caminho dos animais, quem o explicará?
Visto que em suas cabeças não se encontra sombra de juízo.
Declaro que os bichos, abaixo do sol de Deus ou da sua chuva,
Não sendo barrados, por cerca cabal, do suculento milho,
Sim, as mesmas vacas, buscando rebelde e bovino prazer,
Têm rompido os grilhões, desprezando o estábulo.
Instigadas por forças das trevas brumosas,
Devoraram, sem dó, o melhor do meu milho.
Marta, aguardemos o brilho feliz
Desse dia em que a Terra se renovará.
Nenhum bicho fará a minha alma chorar,
Pois vaca nenhuma no milho estará.
Aí, se cantássemos somente as estrofes um, três e quatro, isso seria um hino!
Thursday, October 05, 2006
JESUS NÃO É UMA VERDADE!!!!!
Encontramos muitos caminhos, muitas verdades e muitos que mostram algumas soluções para uma vida melhor.
Dizem até que todos os caminhos levam a Deus. Mas, será que isto é verdade? Se quero ir ao Rio de Janeiro e pegar uma estrada em sentido Rio Grande do Sul nunca chegarei ao meu destino. Para chegar a Deus não é diferente. A Bíblia diz que só há um caminho – Jesus – João 14:1. Ninguém chega ao Paizinho senão por Jesus!!!!
Os caminhos diferentes ao de Cristo, são sempre bem atrativos, coloridos e cheios de prazeres e desejos. Muitas vezes somos seduzidos por esses caminhos, ao ponto de não percebermos aonde vamos chegar. São caminhos que levam nossa alma ao funeral. As bebidas, a prostituição, as drogas e a indiferença à Deus, são caminhos que uma vez dentro deles e conscientes de tal fato, é quase que um caminho sem volta. Quase!!! A esperança esta que o Caminho, que é Cristo, nos leva A verdade suprema e real, e não ilusória. Você pode dizer: “Eu tenho uma verdade!”. Ótimo! Deus também tem A Dele. Houve um homem que perguntou sobre essa Verdade. Pilatos - João 18:37
Jesus diante de Pilatos e ele não A reconheceu . Estava cego pelos seus próprios conceitos de verdade. Pilatos negou A Verdade. Muitos de nós perguntamos sobre a verdade, mas não conseguimos vê-la. Temos essa dificuldade por que vivemos em nossos próprios caminhos e com as nossas pseudo-verdades. Não vemos que Deus tem A Verdade que transforma, que altera, que muda nosso caráter. Creio que vezes A negamos por sabermos o preço que teremos que pagar: Deixar de lado a velha e tranqüila verdade pessoal, que não passa de uma mentira que nos levara a uma morte eterna, requer um preço. Conhecereis A verdade e ela vos libertara. Vamos buscar?
Dizem até que todos os caminhos levam a Deus. Mas, será que isto é verdade? Se quero ir ao Rio de Janeiro e pegar uma estrada em sentido Rio Grande do Sul nunca chegarei ao meu destino. Para chegar a Deus não é diferente. A Bíblia diz que só há um caminho – Jesus – João 14:1. Ninguém chega ao Paizinho senão por Jesus!!!!
Os caminhos diferentes ao de Cristo, são sempre bem atrativos, coloridos e cheios de prazeres e desejos. Muitas vezes somos seduzidos por esses caminhos, ao ponto de não percebermos aonde vamos chegar. São caminhos que levam nossa alma ao funeral. As bebidas, a prostituição, as drogas e a indiferença à Deus, são caminhos que uma vez dentro deles e conscientes de tal fato, é quase que um caminho sem volta. Quase!!! A esperança esta que o Caminho, que é Cristo, nos leva A verdade suprema e real, e não ilusória. Você pode dizer: “Eu tenho uma verdade!”. Ótimo! Deus também tem A Dele. Houve um homem que perguntou sobre essa Verdade. Pilatos - João 18:37
Jesus diante de Pilatos e ele não A reconheceu . Estava cego pelos seus próprios conceitos de verdade. Pilatos negou A Verdade. Muitos de nós perguntamos sobre a verdade, mas não conseguimos vê-la. Temos essa dificuldade por que vivemos em nossos próprios caminhos e com as nossas pseudo-verdades. Não vemos que Deus tem A Verdade que transforma, que altera, que muda nosso caráter. Creio que vezes A negamos por sabermos o preço que teremos que pagar: Deixar de lado a velha e tranqüila verdade pessoal, que não passa de uma mentira que nos levara a uma morte eterna, requer um preço. Conhecereis A verdade e ela vos libertara. Vamos buscar?